Uma nova, uma velha…

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Domingão! Aqui na Barra, mais um belo e ameno dia de domingo… cervejinha gelada no copo… e, por que não, música boa!

Dessa vez um set com quarenta e dois minutinhos e meio, alternando uma música nova e uma velha. Ficou legal misturar novas e velhas harmonias. Nesta sequência abrimos com a linda YOU DO YOU, do The Pendletons feat Howard Johnson, na sua original mix. Temos STRIKE IT UP na sensitive mix (que eu não lembro de conhecer ou de ter ouvido à época). Temos a novíssima regravação de DO YOU LOVE ME, com Mistura feat Angela Johnson (em mais uma deliciosa produção de Joey Negro). Temos Naked Eyes e uma deliciosa slow mix pra ALWAYS SOMETHING THERE TO REMIND ME. Temos a sensacional GROOVE YA (aqui na DJ version), e os vocais e arranjos que são a cara do Stylistics. Temos Culture Club e uma exclusivíssima versão de DO YOU REALLY WANT TO HURT ME?, saída diretamente das multitracks. Aí temos a pancada maravilhosa de Cool Million e os vocais de James D-Trais Williams… é STRONGER na sua versão 12 polegadas. E temos, fechando, uma extended completamente nova para a clássica IT’S MY LIFE do Talk Talk.

Pra baixar e curtir essas preciosidades, basta clicar no link abaixo.

UMA NOVA, UMA VELHA

Triplex de lentas com gosto de anos 70…

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Três lentas com o clima setentista… abrindo, Sarah Blasko e uma versão de 2009 de XANADU. Depois Beeb Birtles & Graeham Goble com a deliciosa I’M COMING HOME de 1979. Fechando, um baladão de 1976 com Ruth Copeland e Daryl Hall, HEAVEN.

Pra baixar o set suave de pouco mais de dez minutinhos e quarenta segundos, clique no link baixo. Enjoy loud!

TRIPLEX DE LENTAS COM GOSTO DE ANOS 70

Sábado com uma Big Hour só de música boa é bem melhor…

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Assim que iniciei o blog, lá pelos idos de 2007, fazia posts com sets de uma hora recheados de belíssimas canções. Hoje resgatei um tempinho pra preparar a primeira Big Hour após anos de ausência… temos quase 58 minutinhos de uma salada musical pra limpar os ouvidos.

Abrindo, uma novinha em folha: Samm Henshaw feat Earthgang e a deliciosa CHURCH, que conheci numa das minhas tantas manhãs ouvindo a Solar Radio de Londres.

Gabriel Guerra e uma nacional de 2009 é a segunda… UM LUGAR AO SOL tocou outro dia no carro e lembrei desta letra simples e num arranjo muito legal com um belo refrão. Prestem bem atenção pois no Brasil não se anda fazendo muita coisa harmônica assim.

A terceira é uma raridade! YOU’RE THE INSPIRATION, do Chicago, na instrumental original de 1983. Sem palavras…

Logo em seguida vem uma remix exclusiva, que em todo o mundo, só nós temos. Kakakaka. Earth Wind & Fire com uma versão longa que preparei no final de semana passado para AFTER THE LOVE HAS GONE. Consegui as tracks originais e meti a mão na massa. Ficou saborosa.

A harmonia djavaniana de Jorge Vercilo chega nesta quinta faixa com ARCO-ÍRIS.

A sexta é uma versão lindamente havaiana de Lulu Santos para a indefectível BEAUTIFUL BOY, gravada originalmente por John Lennon. É uma letra que serve como a mais perfeita canção de ninar que um pai pode cantar para sua cria. Essa é mais uma que você acha fácil por aí. Essa versão saiu num álbum de 2001 chamado Dê Uma Chance à Paz, onde vários artistas brasileiros gravaram temas de John Lennon. Imperdível!

Já a caminho da primeira meia hora, mais uma remix exclusiva. Imagination e JUST AN ILLUSION na Ed’s Love Dub Mix, simples e bela. Como as tracks originais dessa clássica são perfeitas. Mexer nelas é entrar num mundo infinito de possibilidades de atualizar toda a magia dessa preciosidade.

Que coisa divina é a que chega… essa tem o crivo de apresentação de Richard Marzetti! É contagiante a energia de Kirki Franklin em LOVE THEORY! Os vocais são muito positivos e trazem toda a mágica dos templos religiosos onde pensar no amor é quase como respirar. Essa é uma das melhores coisas que tive o prazer de ouvir em 2018.

SUMMER MADNESS é a próxima. Sem comentários essa versão de Jerald Daemyon de 1995. Simplesmente fantástica!

Mais uma instrumental raríssima na décima faixa desse set. THE CAPTAIN OF HER HEART, que tem um dos melhores arranjos dos anos 80. E pensar que meu pai disse, à época, que essa pérola parecia comigo. Muito do meu gosto musical se deve ao que meu pai ouvia no rádio dos nossos carros, principalmente no início dos anos 80. Ainda hoje ele curte muita coisa boa. Tal pai, tal filho. Foi ele quem me ensinou pra que serve o ouvido.

A penúltima é Temptations! Oba! Numa de 1984… I’M FASCINATED. Outra linda!

E fechamos com um house muito harmônico de David Morales chamado I AM SURVIVER. Os vocais e a melodia dessa preciosidade são muito bonitos e ainda difíceis de achar por aí. Essa é mais uma daquelas que ouvimos e entendemos porque a simplicidade faz tão bem à vida.

Pra baixar esse set, clique no link abaixo, faça o download e depois descomprima o arquivo. Enjoy!

BIG HOUR DE VERSÕES RARAS

Voltamos à ativa com três versões exclusivas…

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Aqui em Aracaju, sabadão ameno e com alguma chuva. Propício para ir à caça de algumas multitracks pra brincar com as versões originais de músicas que nos embalam até hoje. Eu estava com saudades… a música boa nos deu esse espaço e, como ainda temos muita coisa boa, vamos seguindo…

Vamos abrir com uma bela mix de Huey Lewis & The News e THE HEART OF ROCK ‘N ROLL. Temos aqui uma versão simples pra gente ficar com o gosto de um soundcheck para algum show da banda. Essa é uma das grandes canções que animavam as nossas festinhas de garagem, lá pelos idos de 1984. Os naipes são um caso à parte desse belo hino oitentista do rock and roll. O legal é que funciona ainda agora… pelo menos aqui em casa!

A segunda é uma de minhas favoritas de todos os tempos… mais uma. OVERKILL, sem exagero, é uma das que mais curto ouvir. Assim que recebi as partes da versão original, tratei de produzir algumas versões. Cheguei a divulgar uma delas num grupo de zap… aqui a versão embrionária dessa mix que já ganhou o mundo. Sempre imaginei poder mexer nas instrumentais desse hino, que tem uma das melhores letras da banda. O Men At Work e Colin Haye nos deram a sorte e o privilégio de fazer parte desse tempo mágico, quando OVERKILL tocava muito nas rádios de então.

Fechando, TIME AFTER TIME… não vou comentar… melhor curtir. vai gostar!

TRIPLEX DE REMIXES EXCLUSIVAS

Três lindas…

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Sexta-feira chuvosa aqui em Aracaju… clima ameno e cervejinha gelada no copo. Vamos de música então? Três belas canções de épocas diferentes…

Abrindo uma nacional de 1970. Guilherme Lamounier e LINDA. Uma baladona clássica com cordas inebriantes. Se pensarmos na qualidade que a música nacional tem hoje, e se considerarmos que LINDA tem quase 50 anos, podemos entender o quanto foi uma produção preciosa. Aliás, Lamounier é um de meus favoritos daquela década. Suas letras e seus arranjos são muito adiante daquele momento, e ainda surpreendem aqui em casa…

A segunda é maravilhosamente nova. Mamas Gun e a perfeita YOU MAKE MY LIFE A BETTER PLACE. O clip dessa música é muito bonito pois tem o astral fotográfico de uns 40 anos atrás. Esta faixa fala do quanto a vida é boa, e isso faz o amor vir mais fácil. É um hino que, dependendo da perspectiva do ouvinte, pode fazer um dia ruim bom e um bom dia ótimo. Só é preciso um empurrãozinho de uma melodia como essa para acertar seu espírito.

Erasmo Carlos e PÃO DE AÇÚCAR… do disco de 1983 dele. Harmonias e swing deliciosos… pra gente deixar a sexta-feira agir.

Pra baixar essas pérolas, clique  no link abaixo e divirta-se.

TRIPLEX MISTO BOM

Salada musical de segunda-feira…

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Semana Santa já foi… agora a vida segue. E nessa segunda pós feriadão, que tal uma salada bem leve de música nacional e internacional?

Abrindo uma nova, novíssima, do álbum recém-lançado de Ruben Studdard em homenagem a Luther Vandross. Esse disco tem um monte de regravações, mas uma de minhas favoritas, por ser uma das minhas preferidas com Luther Vandross, é BAD BOY/HAVING A PARTY. Que balanço! Deliciosa. O astral dessa música incrível e me lembra muito o início dos anos 80 com aquele monte de música de alto astral com harmonia, cheio de vocais e backing vocals maravilhosos. Essa é um dos grandes exemplos de como a música pop consegue ser boa e sofisticada ao mesmo tempo.

Logo em seguida tenho uma remix deliciosa de SILLY LOVE SONGS. Trata-se de uma versão rara com trechos dos vocais e dos naipes, captados em cima de uma batida nova, mas que conserva todo o charme da original. Essa é uma das que mais gosto de todo o repertório de Paul McCartney dos anos 70. Lindamente tola, SILLY LOVE SONGS foi grande o suficiente para vencer o tempo.

A terceira é uma raridade de Gilberto Gil, que regravou em 81 um sucesso de Marina, CORAÇÕES A MIL. Essa pérola saiu no álbum Luar de Gil como extra na versão relançada em CD. É linda, conservando a um pouco da melodia da original num instrumental cheio de variações harmônicas e com o gosto do início daqueles anos. Ao ouvirmos, parece uma versão inacabada, ou um ensaio no estúdio, mas é deliciosa. Rara e deliciosa.

Seguindo uma das duplas que mais curti em rádio… Luiz Guedes e Thomas Roth tocaram muito entre 81 e 83 com suas melodias sempre pra cima, com belos vocais e arranjos bucólicos. Aliás, Luiz Guedes era primo de Beto Guedes, o que explica muito da harmonia que lembra aquelas coisas de Minas. Essa faz parte do sensacional disco da dupla Jornal do Planeta. MINHA LUA BOA tem uma das subidas harmônicas mais deliciosas do disco e um refrão lindo. Essa vale o ingresso aqui no blog.

A próxima é uma versão linda e bem diferente da original para YESTER ME, YESTER YOU, de Stevie Wonder. Lembro de ouvir essa em 1982. Boys Town Gang caprichou muito nessa releitura. Os vocais de Jackson Moore são poderosos e transformam esta clássica numa ótima opção para abrir uma pista com classe e nostalgia.

A sexta é Marina com a minha favorita dela: PÉ NA TÁBUA. Essa tocou demais na Transamérica FM e é, de longe, a melhor produção da cantora. O arranjo da abertura e o jeito largado nos locais são apaixonantes. Essa é uma daquelas que onde eu estiver, e tocar, o tempo para eu ouvir… era assim… ainda é assim. Isso se chama magia!

Na penúltima trilha desse set vem o síndico, com uma de suas melhores músicas, na minha opinião. CABEÇA FEITA é uma marchinha num clima crescente com os belos locais de Tim Maia. Sempre achei uma harmonia simples, mas que consegue ser muito forte… a letra é deliciosa… música pop alinhada e no melhor estilo das produções que infestavam o rádio no final dos anos 80.

Fechando nossa saladinha de segunda-feira, Prefab Sprout  e uma de suas melhores faixas, que foi lado b de um de seus singles. GIRL I’M HERE é simples e direta, com sofisticação melódica muito bem disfarçada em forma de canção comercial… como o Prefab sabia fazer como poucos.

Pra baixar esses pouco mais de 30 minutinhos, clique no link abaixo, faça o download, descomprima e ajuste o volume…

SALADA MUSICAL DE MEIA HORA DA SEGUNDA-FEIRA

Aleluia! Três belas preciosidades, novinhas em folha…

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Esse sábado começou diferente… é bom recordar com versões novas de clássicas empoeiradas. Eu gosto demais… vamos fazer isso?

Abrindo uma versão de 2018… lançada em 16 de março desse ano… Elis Regina e Pedro Mariano! Mãe e filho cantam CASA NO CAMPO… perfeita e emocionante! Seguindo, outra versão nova, que por coincidência, saiu em 16 de março também… o grupo A Cor do Som lançou um álbum comemorativo de seus 40 anos de carreira. Desse álbum, temos uma regravação de SEMENTE DO AMOR, que tem a participação especial de Natiruts. Maravilhosa! E fechando, Seu Jorge e com Black Alien e Bid, numa versão belamente swingada de MEU BEM QUERER. Essa versão faz parte de um projeto que traz um monte de artistas regravando Djavan no estilo reggae. Mágica essa versão…

Pra curtir, basta clicar no link abaixo, baixar e descomprimir…

TRIPLEX OLD BRAND NEW

Triplex do pop bem feito…

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Sabadão chuvoso aqui em Aracaju. E uma tarde dessas é perfeita para curtirmos três belos exemplos de música pop bem feita, em três versões diferentes das que foram lançadas comercialmente.

A primeira é 1999 com Prince & The Revolution, numa versão exclusiva, preparada hoje à tarde, que não tem os vocais iniciais que dizem, em inglês, não se preocupe, não vou te magoar, só quero que se divirta. Essa música foi a faixa-título do álbum homônimo de Prince lançado em 1982. A canção é uma das mais conhecidas do baixinho, e fez parte de um momento decisivo na ascensão de Prince ao status de superstar. Após a morte do autor, a canção entrou novamente no Hot 100 da Billboard na posição de número 41, e em seguida para a posição 27, tornando-se a quarta vez em que a música entrou entre as 100 mais e a terceira década em que a música ressurge. Em 30 de abril de 2016, vendeu 727.363 cópias somente nos Estados Unidos. É uma de minhas favoritas e me faz rememorar quando ouvi pela primeira vez, ainda com 12 anos. É uma clássica imponente porque ainda consegue trazer o gosto daqueles bons tempos em que tínhamos o privilégio de poder curtir música pop com harmonia e originalidade.

Seguindo a remix do doze polegadas original de I CAN HEAR YOUR HEARTBEAT, com Chris Rea. É uma música deliciosa e também com o gostinho de 1983, quando foi lançada no álbum Water Sign. Teve uma versão regravada pelo próprio Rea em 1988 para o lançamento de uma coletânea de grandes sucessos do cantor. Curti muito à época e ainda ouço muito ainda hoje. É mágica…

Fechando uma preciosidade de 1980… Collins & Collins com AT THE TOP OF THE STAIRS. Sem comentários…

Para baixar esse triplex, clique no link abaixo, faça o download, descomprima e ouça.

TRIPLEX DO POP BEM FEITO